Autor: Vandressa Cristina Marchi Massaruti 1. Introdução A psicanálise, desde sua fundação por Sigmund Freud no final do século XIX, buscou compreender as camadas mais profundas da vida psíquica humana, especialmente aquilo que escapa à consciência e se manifesta por meio de sonhos, lapsos, sintomas e fantasias. Nascida no interior de um contexto científico e racionalista, a psicanálise muitas vezes se colocou em tensão com a religião e com as tradições espirituais. Para Freud, a religião aparecia como uma “ilusão”, uma necessidade infantil de proteção diante da angústia existencial e do desamparo. Em obras como O Futuro de uma Ilusão (1927) e O Mal-Estar na Civilização (1930), ele descreve as práticas religiosas como construções simbólicas destinadas a conter a ansiedade e dar sentido à existência, embora marcadas por um caráter ilusório e por vezes neurótico. No entanto, reduzir a experiência religiosa a mero sintoma ou neurose coletiva mostrou-se insuficiente diante da complexidade da vida psíquica. Carl Gustav Jung, discípulo dissidente de Freud, abriu um caminho distinto ao reconhecer na religião e nos símbolos espirituais expressões do inconsciente coletivo. Para Jung, arquétipos universais se manifestam nas tradições religiosas como imagens primordiais da alma humana, constituindo não apenas ilusões, mas forças transformadoras que podem guiar o processo de individuação. Nesse sentido, a espiritualidade não seria apenas defesa contra a angústia, mas um movimento genuíno da psique em direção ao sentido e à totalidade. Mais tarde, Jacques Lacan retomaria a leitura freudiana sob outra ótica, interpretando Deus e o sagrado como construções significantes inscritas no campo da linguagem. Para Lacan, a religião oferece uma suplência simbólica para lidar com o real, isto é, aquilo que escapa à simbolização completa. Nesse aspecto, religião e espiritualidade se tornam modos de inscrição do desejo, de organização do gozo e de sustentação subjetiva diante do impossível de ser dito. O presente trabalho nasce no cruzamento entre essas perspectivas e minhas próprias experiências clínicas, acadêmicas e pessoais. Ao longo de minha trajetória de formação, percebi que o inconsciente, ao se manifestar em sonhos, sintomas ou mesmo no silêncio, muitas vezes recorre a imagens profundamente religiosas e espirituais. Sonhos com símbolos arquetípicos, vivências de fé, experiências mediúnicas e práticas de interiorização como a meditação apontam para a necessidade de considerar o espiritual como parte legítima da vida psíquica. Longe de se opor, psicanálise e espiritualidade podem dialogar, ampliando a compreensão do sujeito em sua inteireza. Justifica-se, portanto, a escolha deste tema, Psicanálise em diálogo com as tradições religiosas e espirituais pela relevância contemporânea da integração entre saberes. Em uma sociedade marcada por crises de sentido, busca espiritual e sofrimento psíquico crescente, a clínica psicanalítica é desafiada a acolher discursos de fé e experiências religiosas sem reduzi-los a mera patologia. A fé pode se constituir tanto como sintoma e defesa, quanto como recurso simbólico de elaboração e cura. Cabe ao analista uma escuta que reconheça o valor subjetivo do sagrado, sem abdicar do rigor conceitual da teoria. O objetivo geral deste trabalho é analisar como a psicanálise pode dialogar com tradições religiosas e espirituais, identificando convergências, divergências e possíveis complementaridades. Como objetivos específicos, pretende-se: (a) examinar a concepção de religião em Freud, Jung, Lacan e autores contemporâneos; (b) investigar o papel terapêutico da fé e da espiritualidade na constituição subjetiva; (c) explorar como diferentes tradições religiosas como cristianismo, espiritismo, tradições afro-brasileiras e espiritualidades orientais se relacionam com conceitos psicanalíticos; e (d) refletir sobre a possibilidade de uma clínica psicanalítica que acolha o sagrado sem reduzir a experiência religiosa a ilusão. A metodologia utilizada será de caráter bibliográfico e reflexivo, apoiada em textos clássicos e contemporâneos da psicanálise, assim como em obras de referência no campo da religião e da espiritualidade. O trabalho não pretende oferecer respostas definitivas, mas abrir caminhos de diálogo, mostrando que tanto a psicanálise quanto as tradições espirituais compartilham o esforço de dar sentido ao sofrimento humano. Espera-se, ao final, demonstrar que o diálogo entre psicanálise e espiritualidade não significa fusão ou confusão de campos, mas reconhecimento mútuo de suas especificidades e potencialidades. Assim, a psicanálise pode manter seu estatuto científico e clínico, ao mesmo tempo em que se abre para compreender como a dimensão do sagrado, tão presente no imaginário humano, pode ser integrada ao processo analítico como material legítimo de escuta, interpretação e elaboração subjetiva. 2. Fundamentação Teórica 2.1 Freud e a religião: ilusão e mal-estar coletivo Sigmund Freud, fundador da psicanálise, inaugurou uma visão da religião que, embora radicalmente crítica, marcou profundamente o debate moderno. Em O Futuro de uma Ilusão (1927), Freud define a religião como uma ilusão, isto é, como crença fundada no desejo humano, e não em evidências racionais ou científicas. Para ele, as religiões respondem a necessidades infantis de proteção, personificando forças da natureza e do destino em figuras divinas que ocupam o lugar de um pai onipotente. Assim, Deus representaria uma projeção do ideal paterno, sustentando a esperança de cuidado e de justiça. Nessa perspectiva, a religião se tornaria um mecanismo psíquico de defesa contra a angústia do desamparo. Ao invés de enfrentar a realidade trágica da existência, com sua finitude e incertezas, o sujeito encontraria refúgio em narrativas sagradas. Freud não nega que a religião tenha uma função organizadora, mas insiste que seu fundamento é ilusório: trata-se de uma crença que oferece consolo, mas que não corresponde à realidade objetiva. Essa crítica se amplia em O Mal-Estar na Civilização (1930), quando Freud descreve a religião como uma neurose coletiva. Nesse texto, o autor mostra que a vida em sociedade exige renúncias pulsionais, produzindo um mal-estar inevitável. A religião, nesse contexto, funcionaria como artifício cultural para conter os impulsos humanos, reforçando a moralidade e prometendo recompensas futuras. No entanto, ao fazer isso, ela reforça a culpa e alimenta o superego, contribuindo para um estado de submissão e de neurose generalizada. De modo geral, Freud interpreta a religião como resposta psíquica à angústia do ser humano diante do desamparo e da morte. Sua visão, marcada pelo espírito científico da época, privilegia a denúncia do caráter ilusório da fé, mas
A Jornada do Eu: Análise Pessoal e Autoanálise sob a Ótica da Imersão Psicanalítica
Autor: Louise Alves Schirmer 1. Introdução A psicanálise, desde seus primórdios, estabeleceu-se não apenas como um método terapêutico, mas como um campo de investigação contínua do psiquismo humano. Central para a formação de qualquer praticante, a análise pessoal — e sua extensão na autoanálise reflexiva — transcende a mera exigência curricular; ela é o pilar ético e epistêmico da prática clínica. A relevância do tema reside na premissa de que o analista só pode acompanhar o paciente até onde ele próprio já foi. Esta redação temática tem como propósito documentar, sob uma perspectiva histórica de aprendizagem, os benefícios agregados e o impacto transformador da apropriação do referencial psicanalítico, demonstrando familiaridade e domínio com esse “novo idioma” conceitual. 2. Objetivo do trabalho O objetivo principal deste trabalho é analisar o processo de autoanálise e análise pessoal vivenciado pelo aluno em formação, utilizando a estrutura teórica da psicanálise. Busca-se, especificamente, registrar como a imersão nos conceitos freudianos e lacanianos (e outros) proporcionou uma reconfiguração da percepção de si mesmo e do mundo, validando o esforço e dedicação no processo de ensino-aprendizagem proposto pelo Instituto Brasileiro de Psicanálise. 3. Revisão da literatura A literatura psicanalítica é vasta na defesa da análise do analista. Sigmund Freud iniciou sua própria jornada analítica por meio da correspondência com Wilhelm Fliess e, posteriormente, em sua obra seminal “A Interpretação dos Sonhos” (1900), estabeleceu as bases para a exploração do inconsciente, muitas vezes utilizando seus próprios sonhos como material clínico. A autoanálise, contudo, possui limitações reconhecidas pelo próprio Freud, que mais tarde instituiu a análise didática como componente obrigatório da formação. Autores contemporâneos, como Roudinesco e Chemama, reforçam que a análise pessoal é o instrumento fundamental de trabalho do psicanalista, aprimorando a “escuta flutuante” e a capacidade de manejar a contratransferência. 4. Fundamentação teórica A fundamentação teórica baseia-se em conceitos-chave como o inconsciente, o recalque, a resistência e a transferência. O inconsciente é entendido como a instância determinante dos atos e pensamentos, inacessível diretamente pela via da consciência. A autoanálise permite a aproximação simbólica desse material, por meio de lapsos, sonhos e atos falhos, que se tornam “textos” a serem interpretados. O “idioma psicanalítico” oferece as ferramentas (os significantes) para nomear e elaborar experiências antes inomináveis, permitindo ao indivíduo um insight profundo sobre seus próprios mecanismos de defesa e a estrutura de seu aparelho psíquico (Id, Ego, Superego). 5. Metodologia A metodologia adotada para esta redação é de natureza qualitativa e narrativa. O “estudo” baseia-se na auto-observação reflexiva do processo formativo do autor. A coleta de dados consistiu na revisão de anotações pessoais, registros de sonhos, e a reflexão contínua sobre a aplicação dos conceitos teóricos aprendidos durante a imersão psicanalítica em sessões de análise didática e estudos de caso. Não se trata de uma pesquisa empírica tradicional, mas de um relato fenomenológico da apropriação de um novo campo de saber e de ser. 6. Análise e discussão A imersão teórica e a análise pessoal concomitante geraram um impacto profundo. A principal análise reside na constatação da onipresença do inconsciente na vida cotidiana. A discussão centra-se em como a apropriação do “idioma psicanalítico” permitiu ao autor identificar padrões repetitivos (compulsão à repetição), entender a origem de certas angústias e, principalmente, desenvolver uma postura de não-julgamento diante do sofrimento alheio, a partir da compreensão da complexidade do próprio sofrimento. O benefício agregado é a sofisticação da escuta, que agora consegue captar as entrelinhas do discurso, os silêncios e as resistências, não apenas no setting analítico, mas nas interações diárias. 7. Estudos de caso Nesta seção, o “caso” a ser brevemente ilustrado é o manejo de uma resistência pessoal do autor: a procrastinação crônica. Através da autoanálise e da supervisão, foi possível rastrear essa resistência não como um simples defeito de caráter, mas como um mecanismo de defesa complexo, ligado ao medo do fracasso e à idealização do Superego. O estudo desse “caso interno” demonstrou como a teoria (mecanismos de defesa, angústia de castração) se aplica na prática, permitindo a elaboração e a modificação (parcial) desse comportamento, algo que terapias cognitivas anteriores não haviam conseguido. A experiência serviu como validação prática da eficácia do método psicanalítico. 8. Desafios e limitações O principal desafio da autoanálise é a “cegueira” inerente do Ego diante do material recalado. A resistência é uma força potente que opera contra a revelação do inconsciente. A limitação desta redação é a sua natureza intrinsecamente subjetiva, que, embora válida no contexto da formação psicanalítica, não se presta à generalização científica universal. O reconhecimento da necessidade contínua de um analista externo (a análise didática) é crucial, pois o autoengano é sempre uma possibilidade real na jornada de autoanálise. 9. Conclusão A análise pessoal e a autoanálise constituem a espinha dorsal da formação em psicanálise. A redação temática demonstrou que a imersão no campo teórico não é apenas a aquisição de um vocabulário novo, mas a internalização de uma nova episteme, uma nova forma de olhar para si e para o outro. Os benefícios agregados são a sofisticação da prática clínica em potencial e um autoconhecimento mais profundo e manejável. A jornada é contínua, e esta redação marca o domínio inicial do “idioma psicanalítico” e o compromisso ético com a busca incessante pela verdade psíquica. 10. Referências bibliográficas FREUD, S. (1900). A interpretação dos sonhos. In: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, vol. IV e V. Rio de Janeiro: Imago, 1996. FREUD, S. (1912). Recomendações aos médicos que exercem a psicanálise. In: Edição Standard Brasileira…, vol. XII. Rio de Janeiro: Imago, 1996. FREUD, S. (1937). Análise terminável e interminável. In: Edição Standard Brasileira…, vol. XXIII. Rio de Janeiro: Imago, 1996. ROUDINESCO, E.; CHEMAMA, R. Dicionário de Psicanálise. Rio de Janeiro: Zahar, 1995.
ENSAYO TEMÁTICO (PSICOANÁLISIS CLÍNICO) EL INCONSCIENTE DEL TRABAJADOR EN FAENAS MINERAS Y EL INCONSCIENTE COLECTIVO RELACIONADO CON LA SEGURIDAD LABORAL
Autor: José Miguel Egaña Arriagada La Serena – Chile Diciembre 2025 1. Introducción Escribo este ensayo con una convicción que no nació en la biblioteca, sino en el terreno: la seguridad no es solo un sistema; es una relación humana con el límite. En minería, ese límite se vuelve tangible en la roca, en el vacío, en la altura, en la energía. Pero hay un límite menos visible —y a veces más decisivo— que habita dentro de nosotros: el de nuestra propia conciencia, el borde donde la razón se apaga y actúan fuerzas subterráneas, impulsos, defensas, automatismos, lealtades, miedos y deseos que no siempre sabemos nombrar. Lo digo en primera persona porque mi trayectoria me obliga a escribir desde el cruce entre disciplinas y experiencias. Soy Ingeniero Civil en Minas, Industrial y Eléctrico, con desempeño ligado a estándares de seguridad y gestión de riesgo; tengo un MBA (Universidad de Chile), soy Doctor en Filosofía, estudiante de 5º año de Psicología en Chile (Universidad Gabriela Mistral), y también soy Abogado en Chile y Mediador acreditado por el Ministerio de Justicia. Trabajo como Ingeniero Senior en una gran operación minera —en mi caso, Minera Los Pelambres— con un foco que se transformó en vocación: la Seguridad Eléctrica. ¿Por qué es importante decir que también soy abogado y mediador en un ensayo de psicoanálisis sobre seguridad? Porque en faena, muchas veces, el riesgo no se define solo por un cálculo técnico, sino por un conflicto de interpretaciones, por una zona gris normativa, por un vacío de coordinación, por un malentendido entre roles, por una tensión no resuelta entre producción y control, o por el temor a hablar cuando hablar podría incomodar. Allí el derecho y la mediación dejan de ser “materias externas” y se vuelven herramientas de cuidado: el derecho como marco de responsabilidad, justicia y garantías; la mediación como arte de restaurar comunicación, disminuir violencia simbólica y sostener acuerdos reales en contextos de alta presión. Con esa misma vocación dirijo en Chile una campaña que no es un eslogan, sino una promesa ética: “Ni un eléctrico menos en Chile”, alojada en www.niunelectricomenosenchile.cl. Nació de una idea simple y brutal: la electricidad no negocia. No entiende de “casi”. No tolera improvisación. Si hay un punto donde la cultura preventiva debe volverse intransable, es ahí, donde la energía invisible puede quebrar en segundos lo que una vida construyó durante décadas. Sin embargo, si la seguridad dependiera solo de normas, bastaría con escribir procedimientos perfectos. Pero la faena no es un laboratorio ideal: es un escenario humano. Y lo humano incluye lo que no se ve. En términos clínicos: incluye lo inconsciente. Freud señaló que distinguir entre consciente e inconsciente es la premisa fundamental del psicoanálisis. Jung profundizó al describir la autonomía de los complejos: pueden “sustraer energía a la conciencia” y hasta ocupar su lugar por instantes. Cuando leo esas ideas desde mi vida en minería, no las siento teóricas: las siento descriptivas. He visto trabajadores competentes cometer actos que después no comprenden del todo (“no sé por qué lo hice así”). He visto procedimientos firmados como ritual sin presencia real. He visto silencios que se justifican como “no era para tanto” cuando, en el fondo, era vergüenza, miedo o lealtad mal entendida. Por eso este ensayo explora dos dimensiones entrelazadas: el inconsciente del trabajador (sus defensas, ansiedades, deseos y transferencias) y un inconsciente colectivo asociado a la cultura de seguridad (mitos, normas tácitas, ritos, silencios). Lo hago para proponer algo concreto: que la prevención de riesgos —y especialmente la seguridad eléctrica— necesita, además de ingeniería, comprensión clínica y marco jurídico-cívico. Porque no basta con saber qué hacer; hay que poder hacerlo bajo presión, y para eso se necesita un sistema que también cuide el psiquismo, el vínculo y la justicia. 2. Objetivo del trabajo El objetivo de este ensayo es analizar cómo el inconsciente individual del trabajador minero y las dinámicas de un inconsciente colectivo asociado a la cultura de faena influyen en la seguridad laboral, con énfasis en prevención de riesgos y, de manera especial, en seguridad eléctrica, integrando un enfoque psicoanalítico con una mirada jurídica y de mediación orientada a fortalecer prácticas preventivas más eficaces, humanizadas y sostenibles. Se delimita el enfoque en cuatro ejes: Eje clínico-psicoanalítico: inconsciente, defensa, repetición, transferencia y complejos. Eje grupal-institucional: cultura de seguridad como psique colectiva (normas tácitas, mitos, ritos, silencios). Eje aplicado a seguridad eléctrica: estrategias de intervención que interrumpan automatismos y refuercen controles críticos. Eje jurídico-mediativo: el derecho como estructura de responsabilidad y garantías; la mediación como práctica de resolución de conflictos, construcción de acuerdos y restauración de comunicación preventiva. 3. Revisión de la literatura 3.1. Freud: el inconsciente como condición de inteligibilidad En El yo y el ello, Freud afirma que la diferencia entre consciente e inconsciente es la base del psicoanálisis. Esto implica que la conducta no puede explicarse solo por lo que el sujeto declara o cree saber. En seguridad, este punto es decisivo: un trabajador puede “saber” el procedimiento y aun así actuar en contra cuando se activa prisa, temor, necesidad de aprobación, o cuando la conciencia se estrecha bajo carga de estrés. 3.2. Jung: complejos, resistencia y diálogo Jung advierte que los complejos generan temor y resistencia, y que esas resistencias marcan el acceso al inconsciente. La cultura de faena puede reforzar resistencias (no hablar de miedo, no reportar, no detener). Jung también enfatiza el rol del diálogo: las concepciones se elaboran entre observado y observador. Para seguridad, esto significa que la forma de preguntar y escuchar es parte del control de riesgo. 3.3. Neurociencia de la conciencia: integración y práctica Edelman y Tononi discuten la conciencia como fenómeno ligado a integración y diferenciación de estados. Esto apoya intervenciones que mejoren discriminación atencional y toma de decisiones bajo presión. El mismo texto recoge evidencia de cambios asociados a entrenamiento, un punto clave para faena: entrenar no es repetir, es transformar capacidades. 3.4. Mindfulness clínico: atención y autorregulación Siegel propone cultivar atención, conciencia y voluntad. En seguridad, esto se
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